Um resumo do trabalho dos Doutores Meurs & Kittleson sobre a mutação MyBPC3 e os testes de DNA. Picture

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[Traduzido por Roberta Martire, Chatterie des Mûres Sauvages]

Por Catherine Muller-Sautreau, Ailuropus cattery, França. (Escrito em janeiro de 2006)
(Impresso com permissão)


Já se encontra disponível um teste de DNA para detectar a mutação genética da Miosina ligada à Proteína C (myosin-binding protein C), que tem provado ser causadora de CMH (HCM) em gatos Maine Coon.


Advertência: A priori eu escrevi este artigo sobre os pontos que eu achei mais importantes do seminário da Dra Meurs, como uma criadora de Maine Coon breeder que se preocupa em dividir o que aprendeu, e em seguida acrescentei Respostas para as Perguntas mais Frequentes à partir de outras leituras. Eu não sou nem geneticista, nem veterinária.
Dr. Kittleson e Dra. Meurs fizeram a gentileza de revisar e editar esse texto, dando mais profundidade à ele do que eu jamais seria capaz de dar. Paul Huntley (Lunarcoons Cattery) também me ajudou com seus comentários.
Claro que qualquer erro ou má interpretação é de minha inteira resposabilidade.
Qualquer pergunta ou comentário deve ser enviado para feedbacks@ailuropus-mainecoon.com.

O que existia preliminarmente sobre "Os resultados das pesquisas de CMH (HCM) em felinos?"

No início dos anos 90 quando um dos primeiros casos de CMH (HCM) em Maine Coon foi reportado como um problema de família, Dr. Kittleson de UC Davis montou uma colônia de MC afetados para estudar a doença. Em 1999, um estudo publicado[1] mostrou que o CMH (HCM) observado na colônia era devido à um problema autossomal dominante com penetração completa mas de expressividade variàvel (dependendo primariamente do sex do gato[2]).

Em outubro do ano passado[3], Dra. Meurs, Dr. Kittleson e seu time publicaram um artigo que identificava uma mutação genética causadora de CMH (HCM) em todos os gatos afetados numa mesma colônia de gatos da mesma família. Essa mutação foi isolada em uma sequência genética. Está é a mutação genética que os testes baseados em DNA procuram.

O código genético identificado foi a myosin-binding protein C (MyBPC). A mutação foi encontrada no gene MyBPC3. Não se preocupe, você estárá em breve acostumada à essas palavras!

Em 21 de dezembro de 2005st, Meurs deu uma aula de 2 horas pela internet, chamada "Hipertrofia Cardíaca Hereditària em gatos".

O artigo da Dra. Meurs: compreendendo o que é um teste DNA e seu objetivo

A palestra começa com um lembrete sobre CMH (HCM):

  • Esta é a doença coronária mais comum em gatos. Todas as formas de CMH (HCM) não são uma só, nem a mesma (existem diferente sinais clínicos ; diferentes níveis de severidade ; diferentes aparências numa echografia).
  • A parede ventricular se torna mais espessa (no lado do ventrículo esquerdo).
  • Consequentemente, o coração como um todo aumenta de tamanho.
  • Todos esses sintomas podem potencialmente induzir os seguintes sintomas secundários:
    • Parada cardíaca
    • Embolia (o mais comum é um coàgulo de sangue na veia sanguínea grossa que bombeia as pernas, causando dor aguda e paralisia)
    • Morte súbita
  • Em termos de idade, a evolução séria da doença varia muito de um indíviduo para o outro, mesmo entre membros de uma mesma família ou linhagem.

A mutação MyBPC3

Um mutação pontual (un nucleotídeo é modificado), num dos genes que causa CMH (HCM) em humanos, foi identificado como causador de CMH em gatos Maine Coon através de uma sequência de genes.

Essa mutação é:

  • Dominante. Não existe "portador são". Uma alela defeituosa fora do par (estado do heterozigoto) é suficiente para induzir a doença. É dominante porque codifica a estrutura proteica no coração. Gens recessivos são frequentemente códigos para proteínas como enzimas onde quase toda proteína deve ser anormal para que a doença se apresente. Uma doença dominante faz com que 50% seja anormal afetando uma alela (mamíferos têm duas alelas que produzem cromossomos)[4].
  • Autosomática. Significa que ambos genes podem ser portadores e por isso desenvolverem CMH (HCM).
  • Expressividade variável. A severidade dessa doença e a idade em que ela surge podem variar de um indivíduo à outro, mesmo entre membros da mesma família (ou linhagem).
  • Com penetreção completa na fase adulta. Mesmo que a expressividade seja variável, todos os indivíduos estão sujeitos à desenvolver CMH (HCM) à causa dessa mutação, em algum momento da fase adulta[5].

Esta mutação diz respeito à um gene que codifica a miosina cardíaca cardiac myosin-binding protein C (MyBPC). Mutações neste gene não representam o caso mais comum de CMH (HCM) em humanos.

Esta proteína faz parte das proteínas do sarcômero cardíaco (ou elemento contractante). O sarcômero cardíaco é a unidade contractante em cada uma das células cardíacas. Ele é feito de proteínas "deslizam". Graças à essa habilidade de "deslizamento", o coração pode contrair.

No esquema abaixo, as proteínas C da miosina cardíaca (myosin-binding proteins C) são representadas por bolhas azuis. (Essas proteínas estão ligadas à varias proteínas no sarcômero para manter a sua estabilidade. A proteína actina é representada por bolhas vermelhas e as proteínas da miosina (myosin proteins) são os filamentos verdes e cinzas: eles "deslizam". As extremidades da miosina são representadas por grandes gomos amarelos que têm que se lançam para se fixarem aos pontos de fixaxão das actinas para produzirem movimento. É desta forma que as células cardíacas normalmente se contraem, e dilatam o músculo cardíaco tenso).


Mais precisamente, essa mutação diz respeito à um códon específico (um códon é formado por 3 nucleoides - unidades de DNA ou RNA - que informam a maquinagem genética através de uma célula sobre a produção de um determinado aminoácido[6]) na sequência genética que codifica a miosina cardíaca (cardiac myosin binding protein C), ao invés do códon GCC (guanine-cytosine-cytosine), existirá um códon CCC.
Consequentemente, quando a miosina cardíaca da proteina C (cardiac myosin-binding protein C) é formada na célula, o códon induz à formação de uma cadeia aminoácida na proteína ao invés de alanine. Logo a proteína formada é defeituosa.
A proteína defeituosa acaba por desorganizar de forma anormal e teórica metade dos arcos cardíacos e subsequentemente sua habilidade de contração é anormal. Como fenômeno, compensatorio, os músculos do coração produzem novos sarcômeros para compensar e cada vez que ele faz isso existe 50 : 50 chances de produzir um sarcômero normal, o que resulta no espessamento do músculo. Esse espessamento é chamado hipertrofia.

Considerações práticas sobre o teste baseado em DNA

O teste identifica, na sequência de DNA para o par de alelos da MyBPC, onde existem códons GCC (alela regular) ou códons CCC (alela mutada).

Colocando de maneira prática, isto significa que um teste positivo é totalmente confiável: um gato que tem teste positivo irá provavelmente desenvolver CMH (HCM) em algum momento da sua vida e passar essa mutação para seus descendentes (metade se for heterozygoto, toda descendência se for homozigoto).

Mas:

  • Um teste positivo não indica quando nem com qual intensidade o gato desenvolverá CMH (HCM). Essas variáveis são induzidas por interaçãoes poligenicas, cuja a maioria ainda não foi identificada. A única já identificada foi o sexo - machos desenvolvem a doença em baixa idade e normalmente de forma mais severa[7].
  • O teste não mostra outras mutações no gene ou outros genes que codificam a proteína cardíaca. Portanto, em humanos, existem mais de 200 mutações em genes para cada 10 proteínas cardíacas diferentes, das quais todas induzem ao CMH (HCM) herdado (como uma mutação autossomica e dominate também). Em termos práticos, isto significa que um teste de DNA pode não garantir que o gato não desenvolvera CMH (HCM), pois podem haver outras mutações causadoras.

• Qual a utilidade desse teste: ele elimina uma das causas hereditárias de CMH (HCM) em gatos Maine Coon se o seu resultado é negativo. Se o resultado for positivo, é certo que o gato desenvolverá provavelmete (ou já desenvolveu) CMH (HCM) e isso pode acontecer mesmo antes que haja alguma evidência clara de CMH (HCM) detectável via echografia.

• Em que o teste não é util: ele não testa todas as causas potenciais de CMH (HCM) hereditário. Neste estágio não sabemos se essa mutação causa 99% dos casos de CMH (HCM) em Maine Coon ou 10%. Consequentemente, é ainda necessária a performance de echocardiogramas por cardiopatas competentes.

Algo para considerarmos: Essa mutação foi encontrada igualmente em gatos domésticos. Em contrapartida, ao menos dois Maine Coons que foram testados por echocardiograma e diagnosticados com CMH (HCM) eram negativos para essa mutação específica.
Em termos práticos, radicalmente falando, isso significa que existe provavelmente ao menos uma outra causa para CMH (HCM) nessa raça.

No início do seminário via web, a Doutora Meurs deu uma mensagem essencial: no que diz respeito à biologia, especialmente biologia molecular, não existem respostas em preto e branco. Este teste identifica uma das causas de CMH (HCM) em Maine Coon e possívelmente em outros gatos; esta é uma arma que podemos usar para lutar contra essa doença e se essa mutação for suficientemente prevalescente para lidarmos de forma eficiente com essa doença na raça.

Atualmente, não existe estátistica de população disponível. E a razão básica para isso é que o teste de DNA não foi ainda performado num número grande o suficiente de gatos para que possamos tirar outras conclusões científicas.

Como ter seus gatos testados para essa mutação?

Aqui está o link para a página da web que fornece o teste.

Para pedir kits para amostras de DNA clique aqui.
Você receberá os kits pelo correio.

Para coletar as amostras com o cotonete:

  • Não deixe o seu gato comer por ao menos uma ou duas horas antes de executar a coleta (ou você vai acabar coletando amostras de DNA de frango ou atum!).
  • Lave cuidadosamente as mãos (ou você coletará DNA humano). Tenha alguém que tenha também lavado bem as mãos para lhe ajudar a segurar o corpo e cabeça do gato com firmeza. Não toque no cotonete!!!
  • Abra a boca do gato e coloque a escova entre a gengiva e a parte interna da bochecha.
  • O que você coletará serão células, não saliva (a saliva não contém células). Logo esfregue gentilmente a gengiva do seu gato, mas de forma firme, girando a escova várias vezes para que ela fique impregnada de células. O epidélio poderá ser visto na escova quando você terminar (basicamente, ele se parece com pequenos pedaços de carne de peixe).
  • Use duas escovas para cada gato (como medida de segurança).
  • Não assopre!
  • Se for possível, deixe as amostras secarem por algumas horas, sem toca-las, e depois coloque-as de volta no blister.
  • Lave as mãos cuidadosamente entre coletas em diferentes gatos.
Deixe seu veterinário fazer a coleta caso você não esteja certa de que poderá faze-la.

Os testes custam 60 $ por gato, e 51 $ por gato se você testar 5 ou mais gatos de uma só vez. O pagamento pode ser feito por transferencia internacional. Visa/mastercard são aceitos também.

Algumas perguntas mais frequentes

Este material é complicado, mas totalmente racional ao mesmo tempo. Se compreendemos os fatos, haverão menos mal entendidos espalhados pela internet e passados à diante de um criador à outro. Se você se sente desconfortável em relação à genética ou biologia como um todo, você pode sempre pedir ajuda à alguém que esteja mais à par do assunto e pedir conselhos sobre livros confiáveis ou websites. Este é um investimento que vale à pena[8].

  • O teste é confiàvel?

    O teste é 100% confiável (OK: 99,999%) para a seguinte pergunta: o gato em questão tem ou não está específica mutação MyBPC no seu genotipo (DNA)?

    Não existem "falsos positivos": um teste positivo significa que o gato apresenta a mutação e não deve ser reproduzido. É igualmente provável que ele desenvolva CMH (HCM), mesmo que ele não mostre sinais da doença. Não existem "portadores sãos". Como essa mutação é dominante, não importa se o gato é heterozigoto ou homozigoto. Para botar de forma bem clara: se o gato tem a mutação, ele é CMH (HCM) positivo.
    O teste DNA usado (sequencial) é confiável. Não existe mágica: se tratam de moléculas específicas de DNA sequenciadas. Um códon mutado (CCC) não pode ser trocado com um códon regular (GCC). Não existem falsos positivos!

    Da mesma forma não existem falsos negativos. Os dois Maine Coons com CMH (HCM) cujo os testes de DNA eram negativos não são "falsos negativos". O resultado negativo não significa que o teste não funciona, significa que o gato desenvolveu CMH (HCM) por outros motivos (provavelmente uma mutação diferente) diferentes dessa mutação. Isso não muda o fato de que essa mutação causa a doença, e o gato diagnosticado com CMH (HCM) via echocardiograma tem CMH (HCM).

    Faça um favor à você mesmo: nunca use as frases "falso positivo" ou "falso negativo" quando estiver lidando com testes baseados em DNA. Eles frequentemente confundem as pessoas.

  • E sobre outros fatores que podem determinar quando a doença se torna evidente ou o quanto severa ela pode se tornar?

    Se nos orientarmos pelos fatos: essa mutação tem provado causar CMH (HCM) no Maine Coon. Este dado não é controverso. Essa é a primeira causa de CMH (HCM). Esquematicamente falando, uma "mutação primária" significa que somente a sua presença é suficiente para causar a doença.

    Logo, não importa se outros fatores genéticos ou interações determinam quando a doença se tornara evidente ou o quão severa ela pode se tornar. O teste fornece uma resposta totalmente confiável quando o seu resultado é positivo - o gato que tem a mutação vai passa-la à seus descendentes.

    Outros fatores genéticos podem ser importantes para a saúde de um gato individualmente mas não é importante no que diz respeito à decisão de reprodução.

  • Porque precisamos fazer echografias nos nossos gatos?

    Como existem mais de 200 mutações em humanos que causam CMH (HCM) nós estamos certos que diferentes raças podem ter diferentes mutações e que por isso podem existir outras mutações em Maine Coons. Hoje resultados preliminares sugerem que existe mais de uma mutação causando o CMH (HCM) em gatos Maine Coon.

    Um teste negativo significa que o gato é negativo apenas para essa mutação específica e não desenvolverá CMH (HCM) à causa dessa mutação. Mas isso não garante que ele não desenvolverá CMH (HCM) à causa de uma diferente mutação. É por isso que o echocardiograma é ainda necessário, jà que a echografia não procura a causa, mas sim os sintomas como um todo.

    Faça uma echografia com um cardiopata treinado. Tenha como equipamentos ao menos os modos 2D, M-mode e Doppler colorida. Pergunte pelas medidas. Se você puder fazer uma Doppler dos tecidos, não hesite.
    Echocardiogramas ainda devem ser performados na mesma frequencia antes recomendada, especialmente nesse estágio ainda precoce onde ainda não sabemos a prevalescencia dessa mutação na raça.

  • Logo, se eu ainda preciso testar meus gatos via Doppler com a mesma frequencia de antes, o que mudou exatamente?

    Com o teste negativo para a mutação MyBPC você pode descartar uma das causas potenciais para CMH (HCM). Essa em sí jà é uma boa notícia!

    Com o teste positivo para a mutação MyBPC você saberá que o gato passará essa mutação aos seus descendentes (lembre-se que não existem "portadores silenciosos" como no caso de doenças autossomaticas recessivas). O mais importante é você saber disso antes de tomar uma decisão de reprodução. Esse motivo isolado já faz o teste valer à pena.

    • Quando um gato heterozigoto é cruzado com um gato são, a mutação ira teoricamente passar à 50% da cria.
    • Quando um gato heterozigoto é cruzado com um outro gato heterozigoto, a mutação ira teoricamente passar à 75% da cria.
    • Quando um gato homozigoto é cruzado com um outro gato, seja ele homozigoto, heterozigoto ou são, a mutação ira teoricamente passar à 100% da cria.

    Não existe procriação sadia com tal gene dominate, não importa se o gato é heterozigoto ou homozigoto.

  • Podemos conseguir resultados certificados?

    A partir dos pedidos de criadores, a Doutora Meurs adicionou um campo opcional chamado microchip ID # no formulário de informações à ser preenchido. Logo você poderá solicitar que o seu veterinário colete a amostra e verifique ele mesmo o microchip (ir ao veterinário também é útil se você não estiver certo de como tirar as amostras). Mas esse formulário é para uso do laboratório, logo você não receberá ele de volta.

    A Dra Meurs se recusou a participar de qualquer programa de reprodução feito por criadores. Este não é o seu papel enquanto pesquisador. Coletar dados, estoca-los, e decidir como deixar esse material disponível para outros criadores é dever dos clubes de raça. Este será um grande desafio para muitas pessoas que têm esse trabalho e também para todos nós no que diz respeito à fornecer os dados que coletamos de forma clara e honesta.

  • Porque não podemos esperar até que saibamos mais à respeito?

    Essas foram as palavras do Dr. Kittleson: Em se tratando de amostras, a raça Maine Coon neste estágio precisa de todas as amostras possíveis, especialmente de gatos afetados, para vermos o quão prevalescente essa mutação é. Logo não existe estudo com fundamento na atualidade, no sentido estrito do termo. Dados estão sendo gerados pelo laboratório da Dra. Meurs à medida em que ela obtem amostras, mas cada amostra gera seu próprio custo (deve ser paga) jà que não existem garantias para nada. Até que uma grande amostragem de pedigrees diversas seja recolhida (e de diferentes paises) ninguém sabe que tipo de prevalescencia existe e isso é obviamente crítico para a raça. Logo eu diria que todos que estão evitando esses testes nessa fase estão causando um grande mal à raça que eles amam. Minha mensagem é clara - se você tem um gato Maine Coon com CMH (HCM), os parentes deste devem ser testados assim que possível. Do contrário a mutação será passada para gatos inocentes, é só esperarmos para ver o que acontecera em seguida.


Para mais informações sobre CMH (HCM), visite o site Jody Chinitz's website.


[1] Kittleson, M.D., et alii, Familial hypertrophic cardiomyopathy in maine coon cats : an animal model of human disease, Circulation, 1999 Jun 22; 99(24): 3172-3180.
Full text can be read at: http://circ.ahajournals.org/cgi/content/full/99/24/3172

[2] Dr. Kittleson's additional piece of information.

[3] Meurs, K. M., et alii, A cardiac myosin binding protein C mutation in the Maine Coon cat with familial hypertrophic cardiomyopathy, Hum. Mol. Gen., 2005 Dec 1; 14(23):3587-93. Epub. 2005 Oct 19.
Abstract can be read and full article can be purchased at: http://hmg.oxfordjournals.org/cgi/content/abstract/14/23/3587

[4] Informação adicional do Dr. Kittleson.

[5] Kittleson et alii, Circul., 1999, 3178: HCM in these cats appears to be inherited as an autosomal dominant trait, as it is in human FCHM, with penetrance that increases to 100% in adulthood. Although penetrance may not be 100% in some human families with FHCM, often it is complete, as in our cats.

[6] Se você se interessa por síntese de proteínas, visite essa página e veja as animações "Translation" e "The three steps of transcriptions".

[7] Informação adicional do Dr. Kittleson.

[8] veja alguns links interessantes: